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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Tiroteios e explosão deixam dezenas de mortos em Paris

Tiroteios e explosão deixam dezenas de mortos em Paris e perto do Stade de France



Três tiroteios aconteceram na noite desta sexta-feira (13) em Paris. De acordo com a polícia, há ao menos 35 mortos e vários feridos. A polícia relatou também ao menos duas explosões nas proximidades do estádio Stade de France, onde o presidente francês, François Hollande, acompanhava um amistoso da seleção francesa. A agência de notícias AFP diz ainda que há cerca de cem reféns.
De acordo com a polícia, 11 pessoas teriam sido mortas em um restaurante de Paris no 10º distrito e cerca de 15 mortos na casa de shows Bataclan.



No primeiro tiroteio, um indivíduo abriu fogo com um fuzil kalashnikov em um restaurante e, de acordo com a emissora "BFM-TV". Em outro incidente, ao menos 50 disparos foram ouvidos na casa de espetáculos, perto da redação do "Charlie Hebdo", onde estariam os reféns. Zonas de segurança foram instaladas e várias equipes de socorro mobilizadas.

No estádio, em Saint-Denis, que fica na mesma área dos ataques, acontecia uma partida de futebol entre a França e a Alemanha no momento das explosões. Hollande, que acompanhava a partida, foi retirado do local e seguiu para uma reunião de emergência no Ministério do Interior.
O ministério do Interior da Alemanha declarou, pelo Twitter, seu choque com os ataques em Paris e manifestou apoio ao país vizinho.

Os ataques foram realizados semanas antes da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), que começa no final de novembro na capital francesa e contará com a presença de chefes de Estado do mundo todo.

Charlie Hebdo
Os tiroteios reacendem o clima de terror instaurado na cidade em janeiro deste ano, quando dois homens armados invadiram a sede do jornal satírico "Charlie Hebdo" e mataram 12 pessoas. Dois dias depois, outro jihadista sequestrou um mercado kosher em Paris e deixou quatro mortos. Antes disso, ele já havia matado uma policial durante uma troca de tiros. 

"Jihadi John"
Também nesta sexta-feira, os EUA teriam matado em um ataque com drones na Síria o britânico Mohammed Emwazi, conhecido como "Jihadi John", que apareceu em vários vídeos de decapitações do Estado Islâmico.


"Jihadi John" nasceu no Kuwait em 1988 e aparece nos vídeos do EI que mostravam os assassinatos de jornalistas e voluntários. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, disse que caso as forças norte-americanas tenham obtido sucesso na tentativa de matar o militante, seria um ataque ao coração do Estado Islâmico, o que pode ter, de alguma maneira, enfurecido o grupo. (Com agências internacionais)

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